Pagar por um serviço exclusivo não garante mais satisfação. Planos de saúde e hospitais particulares já não diferem tanto da rede pública de saúde
Todos os dias notícias sobre a saúde pública são divulgados. Precariedade dos equipamentos, falta de médicos, demora para conseguir consulta, pessoas que morrem por não terem sido atendidas com rapidez e hospitais sem vagas são os apontamentos mais comuns que invadem as casas do cidadão brasileiro. Uma realidade que não é mais vivida apenas pelas classes menos favorecidas. Parte desses problemas é encontrada hoje em dia na rede de saúde particular. Pessoas que pagam pelo serviço estão cada vez mais sujeitas a dificuldades na hora do atendimento.
A saúde pública está em crise e isso acaba afetando a rede de hospitais privados, que já não atendem as expectativas nem as necessidades de seus pacientes. Devido à falta de leitos e condições de atendimentos, decisões judiciais obrigam hospitais particulares a atenderem alguns casos da rede pública. “Quem comanda a saúde hoje em dia é o judiciário.”, constata Gil Vicente Soares de Almeida, 28 anos, assessor da defensoria pública de saúde do DF. O governo gasta cerca de quatro mil reais para manter um doente com atendimento particular por dia e acaba tendo que escolher os pacientes a serem tratados na rede particular, mas tanto o hospital público quanto o privado não possuem infra-estrutura suficiente para atender a população. E as reivindicações não param por aí. Ana Cristina Chaves, 40 anos, servidora pública que teve seu genro internado reclamou da falta de comunicação (displicência) das enfermeiras “Tive que comprar um caderninho e anotar tudo o que faziam com o Ronnie, porque não conseguia mais confiar nas enfermeiras. A falta de comunicação foi tanta que vieram dar um mesmo remédio duas vezes para ele. Se não fosse o meu controle ele teria tomado”. De acordo com Alessiana de Oliveira, 29 anos, chefe de enfermagem de internação, isso acontece mesmo, “Estamos trabalhando sempre para que casos como esse não aconteça, conversando e orientando sempre a equipe e sendo cada vez mais exigentes na checagem dos medicamentos”.
Outra reclamação semelhante a dos hospitais públicos é sobre a falta de leitos disponíveis e a demora no atendimento. Halice Estrela, 27 anos, que está com a sua mãe internada no Hospital Santa Luzia, conta “Quanto mais a clientela cresce, menos infra-estrutura tem. São poucos quartos para muita demanda”. O que explica o crescimento do número de pacientes dos hospitais particulares é em grande parte a carência de serviços de melhor qualidade e emergência das classes desfavorecidas, que buscam cada vez mais os atendimentos do Plano Piloto, conforme o advogado Gil Vicente sustenta. Mais um grande impasse é o caso dos convênios.

Não existe tanta diferença em relação à rede pública: Frequente fila de espera em hospital particular
Foi na última segunda-feira, 22 de junho a manifestação de estudantes e jornalistas formados em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal) , em Brasília. O motivo principal do protesto foi o requerimento do diploma pelos estudantes. Rosamaria de Oliveira, jornalista formada, disse em nome dos demais alguns dos motivos pela indiguinação “isso nos prejudica como classe, com essa decisão é capaz de muitas faculdades fecharem seus cursos”. O número de manifestantes presentes foi de desmotivação para muitos dos que estavam presentes, em uma previsão com mais de 900 nomes, fontes no local indicaram que apenas 150 estavam no protesto. Segundo Romário Schettino, presidente do Sindicato dos Jornalistas, “é importante estarmos unidos, participar das assembléias e ir aos sindicatos”. Schettino afirmou ainda, que existe a possibilidade de ter o diploma, tendo como a “palavra de ordem: resistir ao Supremo”. Outras manifestações estão previstas para a quarta-feira dessa semana.
Surpreendendo cada vez mais a sociedade, o dilema entre juventude e religião é um tema complexo para muitas realidades. Segundo dados estatísticos pesquisados pelo FIBGE a diversidade de religiões, apesar do monopólio do catolicismo, continua atingindo jovens entre 15 e 24 anos. E entre os jovens sem religião, poucos dizem ser agnósticos ou ateus. O que chama atenção é a prática da crença no dia a dia dessa parcela da população. Para esclarecer algumas dúvidas, entrevistei Helen Souza, 18 anos, estudante do primeiro semestre de jornalismo e católica praticante.
Cláudia- Qual a importância da religião na vida dos jovens hoje, e particularmente, em sua vida?
Helen Souza – Acredito que a juventude moderna vive em torno de ilusões,alienada seria a palavra certa. Essas ilusões acabam limitando as pessoas, especialmente os jovens. Essa é a geração do prazer instantâneo, tudo dura apenas alguns momentos. Acreditar em Deus e ter uma religião me faz ter os pés no chão, sem deixar de sonhar com o céu.
Cláudia – Você participa de algum movimento jovem dentro da sua religião?
Helen Souza- Sou Carismática (Renovação Carismática Católica -RCC), e participo do Ministério Jovem ligado ao movimento RCC. Ao contrário do que muitos pensam,existem muitos jovens comprometidos com a Igreja e que vão além. São apóstolos de outros jovens. O último Encontro Nacional de Jovens (ENJ-RCC) que aconteceu em Belo Horizonte reuniu mais de dez mil jovens carismáticos dispostos a levar a palavra de Deus a outros jovens.
Cláudia – Na sua futura profissão como jornalista, a influência dos valores pregados em sua religião,especialmente dentro da ética jornalística, serão de importante relevância?
Helen Souza- De certa forma meus valores pessoais estão ligados aos valores religiosos pregados pela minha Igreja. E isso quero levar para todos os campos da minha vida social, familiar ou profissional.
Cláudia – A solução dos principais problemas da humanidade está numa base religiosa fortalecida?
Helen Souza- A solução desses problemas depende não só de uma base religiosa sólida,depende também de uma estrutura social aceitável, no mínimo.A religião não transforma pessoas, Deus as cura. Entretanto a religião é um canal indispensável para que essas curas sejam feitas. Muitas pessoas seguem uma religião apenas por tradição ou obrigação. A maioria dos católicos não conhece sua própria doutrina. O mundo depende muito de um encontro intímo e pessoal com Deus. Se pelo menos uma vez na vida as pessoas sentissem sede de Deus como eu sinto e o buscasse, o mundo talvez um dia, poderia ser melhor.
Sérgio Nogueira comenta desde o pouco reconhecimento do professor no Brasil, ao nível dos participantes do quadro “Soletrando”
Dentre tantos problemas que a educação no Brasil tem enfrentado, é visível o esforço de determinados profissionais para contribuir de maneiras diversas no incentivo educacional de melhor qualidade. Sérgio Nogueira, 58 anos, está entre esses profissionais. Formado em Letras pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), trabalha atualmente como consultor de português do jornalismo da Rede Globo,além de oferecer cursos de redação e atualização gramatical.Seja no quadro “Soletrando” no programa “Caldeirão do Huck” tirando dúvidas se soletrações feitas por jovens,seja dando aula para jornalistas experientes,o professor usa do bom humor e de fatos cotidianos para ensinar o uso correto da língua portuguesa.
Cláudia Lafetá - São mais de 30 anos de experiência em sala de aula, alguns livros publicados, um mestrado em Língua Portuguesa concluído. Como sua carreira profissional teve início?
Sérgio Nogueira - Comecei a dar aulas muito cedo. Minha primeira aula foi no dia 30 de abril de 1969, num cursinho pré-vestibular de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Eu tinha 18 anos de idade e somente dois meses de faculdade.
Cláudia Lafetá - Como professor experiente, qual sua opinião acerca da valorização dos professores no Brasil?
Sérgio Nogueira - Infelizmente, a valorização dos professores no Brasil sempre foi muito pequena. Quanto à remuneração, nem se fala! Pior ainda são as condições de trabalho e o reconhecimento pela sociedade.
Cláudia Lafetá - Alguns anos de sua vida profissional foram trabalhando, prestando serviços à Rede Globo. Dentre esses serviços, está o quadro “Soletrando” no programa “Caldeirão do Huck”.O quadro tem sido um incentivo às crianças para estudarem mais a língua portuguesa?
Sérgio Nogueira- O sucesso do “Soletrando” é inegável e atingiu o Brasil inteiro. O incentivo ao ensino da língua portuguesa, não que ortografia seja tudo, mas é um bom começo. É importante que as crianças valorizem o escrever certo.
Cláudia Lafetá - Quais os principais vícios da Língua que você tem percebido ao longo dos programas?
Sérgio Nogueira- Em ortografia, não vícios de linguagem propriamente. Há aspectos que criam mais dificuldade para os candidatos: uso do hífen, palavras com “h”, dúvidas entre o “s” com “x”.
Cláudia Lafetá - Houve uma melhora no nível dos participantes desde a última edição do quadro?
Sérgio Nogueira - A cada ano, o nível dos candidatos está mais alto. Isso nos obriga a selecionar palavras muito difíceis. Temos agora, em cada programa, uma lista reserva de palavras “superdifíceis”.
Cláudia lafetá - Dividir a bancada com a Sandy, recém-formada em Letras, cantora há mais de 17 anos, foi uma surpresa para você?
Sérgio Nogueira - Não. Quando soube que ela havia se formado em Letras, pensei nela como minha colega de bancada. Seria um bom exemplo: um artista famoso que fez um curso superior a sério. A ideia de convidá-la não foi minha, mas aprovei imediatamente.
Cláudia Lafetá - É notável uma certa desaprovação das pessoas quanto à Reforma Ortográfica. Afinal,ela foi benéfica?
Sérgio Nogueira- A Reforma Ortográfica é, a meu ver, desnecessária, tem um custo muito alto, não acredito que atinja seu objetivo de unificação e, se fosse para fazer uma reforma, que fosse mais profunda
Subestimar a capacidade humana de inserir-se em um sistema como o mundo da comunicação sem fronteiras,usar desse sistema participando de variadas formas corretas ou não. E assim mesmo buscar a aparência de não fazer parte desse mundo, globalizadamente falando, não seria o mais recomendável. Existem provas claras de que a hipocrisia e a falsidade dentro da mídia local ou mundial é facilmente descoberta. Entretanto, dilemas em torno da moral e ética rondam os jornalistas.
Tais situações englobam valores, sentimentos, paixões e profissionalismo. Deparar-se com uma situação na qual um determinado jornalista necessitando de uma informação proibida precisa usar de meios não éticos para obtê-la, é um desses dilemas. Insere-se no sistema e muitas vezes não consegue sair, devido a sucessão de contradições e dificuldades que se torna sua busca pela informação. Dever em uma troca de favores torna uma pessoa dependente da outra. O profissional dentro do relativismo tão observado no “jeitinho brasileiro” torna-se uma pessoa com seu histórico pessoal e consciência deturpados.
A posse de uma informação relevante à respeito de um conhecido ou pessoa sentimentalmente ligada é um claro exemplo dessas contradições.O que fazer caso essa informação prejudique essa pessoa?. Sob o mesmo referencial da consciência, cabe ao jornalista pesar o acontecido. Sem a malícia de colocar o profissionalismo como justificativa de seus atos. A utilização de uma profissão digna dentro da corrupção é uma prática inaceitável. Em decisões como no exemplo citado, vale a decisão firme, valores e princípios de cada um. Ignorar a própria consciência para um sucesso momentâneo não é lá grande justificativa.
Popularmente conhecida como aquela que trata do certo ou errado, a ética, do grego “ethos”, que vem do latim “éthica”, princípio permanente que durante anos desencadeou conflitos de diversas perspectivas. Entre elas, na apuração de fatos jornalísticos. A diferença entre formas de aplicar a ética é o que faz um jornalista utilizar sua profissão como algo bom ou ruim. Dessas formas podem-se extrair três: 1- o uso baseado no conjunto de valores internos e o limite da lei; 2- o meio termo com um pouco de valores e lei ou ainda, 3- a total ignorância dos valores e lei.
Presos em seus próprios interesses, parte dos jornalistas acabam por traçar sua história de vida profissional sujeitos a deslizes que podem determinar o seu fracasso. Exemplo disso traz Billy Ray ao dirigir o filme “Shattered Glass” (O preço de uma verdade), baseado no artigo da “Vanity Fair”. O longa retrata o típico jovem periodista Stephen Glass (Hayden Christensen) em sua trajetória dentro de uma revista importante e os sucessivos falsos artigos descobertos pelos companheiros de trabalho.Ignorando desde valores morais, aspectos de conduta específicos, até os próprios limites da lei, Stephen , como tantos outros jornalistas, mostrou o lado obscuro da ética mal empregada.
Contrapondo a esse extremo do uso não tão aceitável da ética, surge o meio termo. Como no caso de “A guerra dos mundos” escrito por Orson Welles.Promovendo o medo na população dos EUA em 1938, foi transmitida pela radio CBS ( Columbia Broadcasting System) a simulação de uma invasão marciana, iniciando um conflito entre mundos. Tudo sem imagens e com a ousadia de como se fosse um fato real. Mesmo com conseqüências ruins para a população ou até mesmo para Welles, a inovação em termos de produção científica deixou em aberto a correta ou incorreta utilização da ética por ele.
Sem relativismos, após os dois exemplos citados, resta o conjunto do uso dos valores e a preocupação com o limite da lei. Partindo de um exemplo clássico, atribui-se muitas vezes o fato de roubar documentos para desmascarar casos de corrupção. Sendo os políticos os responsáveis por atuar pelo país, não cabe a jornalista algum se intrometer na função deles, mesmo com boas intenções. Sabendo ainda que a vaidade é maior que o real interesse em ajudar a população, em certos casos.Valores e limites quando ignorados dando lugar ao profissionalismo, prejudica mais que pessoas ligadas ao caso. Machuca também a consciência formada de cada profissional, que antes de ser jornalista é um ser humano com mínimo de bom senso.
Enraizados em seus interesses e valores próprios, parte dos jornalistas ao entrarem no mundo periodista, competitivo e isento em certos casos da discutida ética e moral, acabam por traçar sua história de vida profissional. Sujeitos a possíveis deslizes que determinam seu progresso ou fracasso. Embasado no artigo da Vanity Fair, Billy Ray dirige o filme “Shattered Glass” ( O preço de uma verdade) , que retrata a vida de um dentre tantos jornalistas no início de sua carreira profissional e as conseqüências de seus deslizes ao longo de sua vida.
O filme inicia-se com uma palestra na qual Stephen Glass ( Hayden Christensen) , em meados dos anos 90, conversa com os alunos de sua antiga Escola Secundária onde formou-se. Desencadeando a entrada na história da sua própria vida, Stephen explicita cada episódio de sua passagem em revistas como “George”, “Rolling Stones”, “Haper’s” e “The new Republic Magazine”, na qual consegue status com artigos. O dia a dia do jornalista deixa clara a rotina da revista, a relação de Stephen e o reconhecimento do editor Michael killey (Hank Azaria) e de seus companheiros, demonstrando a confiança depositada e ressaltando os 14 artigos que Stephen escreveu enquanto Michael era editor.
Após uma discussão com o dono da revista, Michael é demitido, dando espaço a Chuck Lane ( Peter Sarsgaard) para infelicidade da maioria dos funcionários da Republic.Entretanto, a mudança de editoria não afetou inicialmente a carreira de Stephen até a publicação de “O paraíso dos Hackers”, considerado por ele mesmo sua melhor reportagem.O texto chama atenção da revista digital “Forbes”, despertando a curiosidade das fontes de investigação.Após muitas contradições e lamentáveis descobertas, o novo editor encurrala Stephen. Descobre suas invenções, levando-o a mentir cada vez mais, explicitando a farsa do artigo.Stephen é afastado por dois anos da revista, entristecendo seus companheiros de trabalho.Mas Chuck descobre que dentre os 41 artigos escritos por ele, 27 eram forjados.O resultado é a demissão definitiva de Stephen da revista.
Surpreendentemente, a suposta palestra inicial do filme era fruto da imaginação de Stephen, que mais uma vez enganou a si mesmo. O papel do princípio da ética no mundo jornalístico é ressaltado de maneira notável ou até mesmo alarmante no filme. Indica a preocupação logicamente necessária e o zelo dos editores pelos jornalistas na contínua preocupação ao mesmo tempo pela revista e reputação dos funcionários, dentro ou fora dela. Esses aspectos de condutas específicas denotam a qualidade e o caráter de Stephen, mentiroso compulsivo que morreu em 2003 cobrindo uma guerra no Iraque.
A histeria e o pânico da sociedade americana de 1938 foram fortalecidos por meio da rádio, que na época era o meio de comunicação mais eficaz. Todo a agitação foi devido ao medo de uma possível participação dos EUA na Segunda Guerra Mundial. Promovendo todo esse medo avassalador, eis que Orson Welles, no dia 30 de outubro, lança em rede nacional pela emissora CBS (Columbia Broadcasting System) um verdadeiro rompimento dos limites entre ficção e realidade: “ A Guerra dos Mundos”.
Simulando uma possível invasão marciana com ousadia do começo ao fim, Welles utilizou de cortes de transmissão, colocando falsos repórteres com notícias quentes a respeito da guerra entre planetas. A história desenvolveu-se de tal maneira, que barulhos de explosões, relatos de alienígenas e com uma clara abordagem jornalística, fez da crença por parte da população tornar-se muito maior. “(…) Senhoras e senhores: aqui é Carl Philips novamente, agora na fazenda Wilmuth, em Grover’s Mill, Nova Jersey. O professor Pierson e eu , fizemos onze milhas de Princenton em dez minutos (…)”, trechos como esse retratam a “realidade” exposta pelos jornalistas na guerra.
Os relatos assustaram 1,2 milhão de ouvintes dos 6 milhões que acompanharam a história, que durou cerca de uma hora. Nesse caso sintomático na história da comunicação, a reação das pessoas durante o programa e depois do comunicado feito por Welles de que tudo não passava de uma “distração de feriado” foi surpreendente. Ao descobrirem a verdadeira raiz desses falsos acontecimentos em uma véspera de “Hallowen” , um alarmante de manifestações tomou conta de parte da população. Seja no congestionamento de ruas e linhas telefônicas, estampando manchetes de destaque em jornais como “New York Times” ou no tratamento de pessoas vítimas da irradiação pelas ondas de rádio.
Além das conseqüências externas a Welles, ele mesmo que não imaginava a dimensão que esse radioteatro poderia tomar foi processado e causa da indiguinação de muitas pessoas. Entretanto, essas conseqüências não tiraram o existente prestígio desse ator e diretor que com o grupo de teatro Mercury, alcançou a inovação em termos de produção de ficção científica, utilizada como fonte para inspiração do filme baseado na obra. Independente da intenção de Welles pregar uma peça nos ouvintes, como ele mesmo declarou, no início de cada programa era relatado que todos estavam submetidos a uma obra de ficção, mascarando a intenção de polemizar a falsa guerra.
Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!